Ainda é no teu travesseiro que eu descanso a minha cabeça.
Ainda é teu o anel dourado que pesa no meu dedo.
É entrelaçando nas tuas pernas que eu desconheço o medo.
É no teu nome que a minha lingua silencia.
Continua sendo na tua ausencia que eu descobro os meus tormentos.
É, ainda hoje, na tua presença que eu me desconheço.
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